Uma vivência criada por quem já foi menina, foi atleta e foi campeã. E entende, de dentro, o que a sua filha está vivendo agora.
As respostas ficam mais curtas. Os silêncios, mais longos. O quarto que antes era passagem virou refúgio.
E você sabe que isso é só o começo.
Ela não vai te contar tudo. Não porque não confia. Porque está tentando entender o que sente antes de colocar em palavras.
Todo pai e toda mãe de uma menina entre 12 e 18 anos faz a mesma pergunta por dentro, mesmo sem falar:
Como eu ajudo a minha filha a se tornar forte, sem empurrar ela pra lugar nenhum?
Essa pergunta não tem resposta rápida. Mas tem ambiente.










Na véspera, os pais se perguntavam se a Fabi e a Sheilla iam aparecer pra uma foto, um autógrafo, um momento rápido.
No segundo dia, os pais estavam mandando mensagem pra gente dizendo que parecia Big Brother Brasil. Que sentiam que estavam dentro da história. Que a filha mandava foto da refeição com a Sheilla. Que o vídeo mostrava a Fabi sentada no chão, conversando com três meninas de uma vez.
Elas não foram passar. Elas ficaram. Três dias inteiros. De manhã à noite. Do café ao último abraço.
17 anos em quadra pelo Brasil. Capitã da seleção. Mas o que a sua filha vai conhecer é a mulher que já foi essa menina de 14 anos com dúvida, com medo, com vontade de fazer dar certo.
Duas medalhas de ouro olímpico. No Camp, ela é a presença que escuta. A que senta ao lado sem apressar. A que faz a menina se sentir vista sem precisar performar nada.
Uma das maiores referências mundiais da modalidade. E, antes de qualquer coisa, um homem que formou gerações de atletas entendendo que gente vem antes de jogador.
Dezessete anos desenvolvendo pessoas em contextos de alta performance. É a voz que costura todos os momentos em um caminho. A que faz a menina sair sabendo nomear o que viveu.
A gente não promete resultado. Mas sabe o que acontece, porque viu acontecer com 26 atletas.
Não mais adulta, não forçada. Como quem entendeu alguma coisa que não sabia explicar antes.
Não abstrata, não distante. Referência de gente que ela olhou nos olhos. Mulheres que ela agora carrega dentro como possibilidade.
De conversas reais, de momentos difíceis que atravessou perto de alguém, de decisões que teve que tomar sozinha pela primeira vez.
Das que ficam pra vida toda. Daquelas que ela vai contar pra filha dela um dia.
A gente não precisa explicar muito. Deixa quem esteve lá falar por si.
Três dias que transformam não cabem em palavras — mas às vezes cabem em um vídeo.
30 e 31 de julho · 1º de agosto · Três dias de imersão · São Paulo
Antes da matrícula, a gente conversa.
O Camp tem número limitado de vagas. Por natureza, não por marketing.
Pra Fabi, Sheilla, Zé Roberto e Vanessa estarem presentes do jeito que estiveram na primeira edição, o grupo precisa ser pequeno o suficiente pra caber no olho de cada uma.
Por isso, antes da matrícula, a gente conversa. Entende o momento da sua filha, o momento da família, e se esse é o encontro certo agora.
Não é filtro de vendas. É compromisso com o que a gente entrega.
Se você chegou até aqui, provavelmente já sabe.
Não existe resposta pronta pra sua filha nessa fase. Não existe curso que resolve, livro que entrega, conversa que conclui.
Existe ambiente. Existe presença. Existe tempo com as pessoas certas. O Camp é isso.
Nossa equipe entra em contato em até 24h para conversar sobre o momento da sua filha
Nunca compartilhamos suas informações com terceiros
Use o botão verde abaixo — fala direto com a gente
Se você chegou até aqui, provavelmente já sabe.
Não existe resposta pronta pra sua filha nessa fase. Não existe curso que resolve, livro que entrega, conversa que conclui.
Existe ambiente. Existe presença. Existe tempo com as pessoas certas.
O Camp é isso.
30 e 31 de julho · 1º de agosto · 2026 · São Paulo